Por Luizinho Correia
Hoje, domingo dia
01/10/2017, a convite da minha sogra e comadre, Dona Laurinda, eu e minha família
(Fia, Leandro, Luan), fomos passar o Domingo nos Torrões (Ipaporanga-CE), aquele almoço na casa do Sr. Francisco Batizal, dispensa comentários, visita no
Bar do Manacézio, aquele bate papo com Luciano Vitorino. Muito bom.
Na volta passamos no Diamante (Ararendá-CE),
local onde ela criou seus filhos, com muito trabalho, muita dificuldade, mas,
com dignidade, ensinando-os a trabalhar e valorizar a vida.
Na casinha onde hoje mora o
Tie (Anastácio Marcolino) de propriedade do Sr. Vicente Targino. Deu aquela
saudade da minha infância, que tenho muito orgulho em ter vivido.
Eu esforçado,
ia pegar lenha,
lá no roçado,
de bicicleta,
uma simplicidade,
mas, sempre presente
a felicidade".
Da forma que olhar, tudo rima, lembrei das vezes que eu ia
pegar lenha no roçado, cortava de foice, aqueles restos de cercas,
amarrava na bicicleta com uma liga. Todo aquele sofrimento nos fazia crescer,
ficar cada vez mais forte, para de cabeça erguida superar os obstáculos que a
vida nos colocava. E, o melhor, trabalhando, avexado pra quando chegar em casa
correr pro campo das Vargens, bater aquela pelada.
Agradeço sempre a Deus, pela saúde, coragem, aos meus pais (Sr. Luis Correia e Maria Teixeiera), por me mostrarem o caminho certo da vida.
Aos meus irmãos, por juntos compartilharmos com alegria momentos de sofrimento.
Tudo isso faz parte da minha infância, minha História.




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